sábado, 30 de julho de 2011

Artigo: Luis Fernando Manassi Mendez

Jornalismo Esportivo Futebol Clube

Por Luis Fernando Manassi Mendez em 27/06/2011 na edição 648
Qual é a sensação futebolística atual do Brasil? Muitos dirão não só uma, mas várias respostas. Agora, uma pergunta: qual foi o primeiro brasileiro a receber o título de mestre na arte marcial do ninjutsu? Complicada, a pergunta? Também, sem resposta, ficam muitos atletas na situação desmerecedora vivida pelos esportes “secundários” no Brasil. O futebol predomina, no Brasil, tornando-o supremo midiaticamente.
A imprensa brasileira superdimensiona tal esporte, tornando, os demais, desconhecidos. Há especializações de jornalistas esportivos nas áreas futebolísticas, com cursos para esses profissionais fazerem comentários de arbitragem. Não vi, todavia, cursos para comentaristas de voleibol, atletismo e judô. Por que será? O futebol simboliza o jornalismo esportivo. Os jornalistas monopolizaram, de vez, o que é esporte, através do gênero futebolístico. Alguns periódicos detêm, em colunas, artigos com espaços exclusivos ao futebol. Para entusiastas de outros esportes, restam as revistas especializadas, mas, muitas vezes, inacessíveis ao grande público.
As coberturas feitas pela imprensa brasileira em finais da Copa Libertadores e da Copa do Mundo diferem de um Grand Slam. É mais fácil saber o significado dos dois primeiros eventos do que a do último. Há um valioso espaço dedicado ao futebol. Coberturas, reportagens, enfim, tudo o que grandes eventos futebolísticos, de repercussão tamanha, possam causar, deixando de lado outros esportes. Contudo, há a hegemonia do vôlei brasileiro. A Era Bernardinho é a mais vitoriosa de todos os tempos na modalidade, com 23 títulos conquistados, desde 2001. Nunca a seleção masculina de vôlei foi vaiada. Ao contrário, o torcedor, nos jogos realizados em ginásios, canta sempre o refrão “Ah, eu sou brasileiro e com muito orgulho”.
Dar credibilidade
Contudo, o jornalismo esportivo brasileiro vem desmerecendo destaques no meio esportivo. José Teles de Souza foi o único brasileiro a completar a maratona de Pequim. Mas quem é José Teles de Souza? Seu nome soa como desconhecido na imprensa. No entanto, é possível saber a biografia completa de um jogador de futebol. A mídia “futebolística” obriga o público a aderir, em forma demasiada, ao futebol.
A imprensa destaca a grande maioria de sua programação esportiva ao gênero futebolístico. Notícias relacionadas aos demais esportes rendem, no máximo, notas insignificantes. É desproporcional a atenção devida do jornalismo – vamos nos limitar ao brasileiro – ao futebol em relação ao tênis, por exemplo. Jornalistas esportivos se especializam, muitas vezes, para relatarem notícias sobre futebol e fazem, inclusive, cursos de arbitragem.
É complicado arranjar um jornalismo esportivo, de fato, embasado em outros esportes. Entretanto, não podemos culpar, exclusivamente, os jornalistas esportivos. Eles são apenas uma parte de um todo. O que sustenta esta realidade é o comércio. Dar enfoque demasiadamente ao futebol, deixando de lado nome como Fabrício Vegini, promovido ao nível de shihan (mestre), desmerece o empenho deste atleta, o primeiro brasileiro a ganhar, na história da modalidade, título de mestre. Destaques a assuntos do momento que geram interesse público tornam uma visão dupla: será que, de fato, a imprensa noticia aquilo que o público mais gosta ou obriga o espectador a gostar de tal atração?
Ao dar credibilidade a outros esportes, o jornalismo esportivo irá aumentar a popularização de outras modalidades. Incentivos e patrocínios poderão levar ao topo modalidades e atletas aparentemente desconhecidos e mudar o futuro de muita gente.
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[Luis Fernando Manassi Mendez é jornalista, Quaraí, RS]

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Graduaçôes!

Uma pergunta clássica:

O que penso referente as graduações?

Resposta rápida, simples e sincera:

Eu penso que as diversas cores ou símbolos que permeiam as graduações deveriam servir como uma autoavaliação a medida que o praticante evolui. As graduações devem simbolizar as etapas da aprendizagem, pois cada ciclo possui uma energia e vibração diferenciada, assim como a sua forma de atuar como Artista Marcial na sociedade. A cada passo dado, seu caráter evolui juntamente. Mas, infelizmente, o que vemos é arrogancia, estupidez, egoísmo e deboche, para com outros e consigo mesmo. A razão disso ocorrer da-se no  resplandecer, no brilho que as diversas cores e símbolos podem vir a oferecer e com isso confundir e afetar diretamente o centro das emoções do praticante. Detalhe: Na maioria dos casos isso SEMPRE ocorre! O que fazer então? abra os olhos e procure um bom professor, não uma faixa ou símbolo...

terça-feira, 26 de julho de 2011

SHINDEN GOKUI - 神伝 極意




神伝  極意
SHINDEN GOKUI
 “As técnicas secretas transmitidas por Deus”

“Como parte do processo de aprendizagem das técnicas secretas, há um “ritual” que requer o uso adquirido dos seis sentidos para entrar no Portal do Vazio (a mente serena, calma). Um estudante está sentado, meditando, ao centro de uma casa cujas 04 portas foram deixadas abertas. Ele está vestido de branco, vestimenta do ritual. Seu instrutor aproxima-se silenciosamente e se situa em Otanashi No kamae (a posição silenciosa) e em Ukibune No I (a posição do barco flutuante), para tentar golpear o estudante com uma espada. Caso o estudante evite com êxito o ataque, considera-se que tenha dominado com maestria as técnicas do mais alto nível. Mas, caso seja cortado, morreria com toda certeza. Isto é, como o oleiro que quebra suas obras imediatamente depois de tê-las tirado do forno. Para isto, requer muito tempo e habilidade para chegar a obter a perfeição.”
Soke Hatsumi Masaaki

A prova para o 05º Dan, se realiza da seguinte maneira: O estudante senta-se ao solo com os olhos fechados. Hatsumi Sensei permanece atrás, de pé, segurando a espada com as mãos. Ele golpeia o estudante com a espada, usando toda sua vontade e intenção para matá-lo, se o estudante esquiva-se do ataque com êxito é outorgado a ele o nível de 05º Dan (Go Dan) e o título de Shidoshi. Aqui é onde se inicia o primeiro passo do Bufû (Ventos Marciais). Nas palavras de Soke: “Esta prova não é feita somente para verificar a perícia de se esquivar de ataques por trás, mas também para reconhecer que ninguém pode viver sua vida sem saber que existe algo “atrás”. É igualmente quando alguém que confiamos nos trai, é uma experiência que seguramente vocês conhecem. Inclusive nestes casos, a força que se recebe quando se passa pela prova de Go Dan, poderá ajudar vocês a “esquivar-se” destas traições, ou melhor, dissipar a força destes ataques, para manter o bem. Caso você aprenda somente técnicas e ações simples, estes exercícios não passaram de movimentos acrobáticos.
Caso sua mentalidade se mantiver neste nível baixo, eventualmente você se privará da verdade da vida e destruirá o propósito da mesma; como um câncer que destrói o crescimento humano. Assim, esta prova real com espada Juji Giri Munei no Itto (Corte em cruz na obscuridade), é como um bisturi que corta o câncer. Corta a mentalidade imatura e identifica aqueles que não se pode ensinar mais por ocasião de ausência de mentalidade avançada. Quando se ensina muitos alunos, deve-se possuir este sentido de seleção. Quando alguém passa pela prova de Go Dan, seus métodos de treinamento mudam de forma natural a Mienai Keiko (Treinamento não visível), para passar depois a Wakaranai Keiko (Treinamento incompreensível). Devemos tentar aprender constantemente com uma sensação íntima de desconhecimento, deste modo sua habilidade sempre continuará melhorando. Este é o Bugei (A Arte do guerreiro, da guerra). Myôgi (Técnicas misteriosas), sabedorias que não podem ser descritas nem copiadas por fotografias, filmes, livros, anotações ou palavras. Isto é uma verdade sobre o Bugei, pode tentar fotografar, escrever, inclusive estudar muitos anos sobre as técnicas, mas nada disso lhes ajudará. O único caminho para aprender é converter-se em um aprendiz e seguir as instruções que recebe com detalhe.”
Resolvi exclamar sobre o artigo de Shinden Gokui, pois hoje veio a minha mente o dia em que fui aprovado no Go Dan Test, há alguns anos atrás em Tóquio - Japão, e por este artigo ter uma frase curiosa: “As técnicas secretas transmitidas por Deus.” Por Deus? Você entenderia melhor se a frase fosse mudada para: “As técnicas secretas aceitadas por nós?” Devemos matar o nosso Deus, independentemente de nossa religião, pois somente assim o encontraremos dentro de nós. Quanto mais artigos escrevo, mais percebo a dificuldade de aceitação dos alunos nas praticas reais, nas praticas do sentimento. Sentimento para o fundamentalismo material seria: O sentimento humano ou emoção humana é um conjunto de estados que um ser humano pode assumir, expressando de forma física e psicológica. Esses estados podem ser, por exemplo: alegria, raiva, medo etc. Uma pessoa pode expressar medo, por exemplo, tremendo e dobrando a atenção no que acontece ao seu redor, etc. O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. Mas, o sentimento que estou tentando expressar é algo muito mais profundo, além do entendimento superficial. Quando falo de sentimento, falo sobre coração... É fácil falar mal da situação econômica, do governo, das pessoas que nos contrariam culpando a todos menos a nós mesmos. É cômodo dizer: "Porque é que eles não fazem algo a respeito?" Mas será que uma pergunta muito melhor não seria fazer: "O que é que eu posso fazer para mudar esta situação?"
Cometemos muitas vezes o erro em ficarmos sentados diante de nosso fracasso, ou insatisfação, esperando que os outros façam por nós aquilo que queremos, achando que nada podemos fazer para interferir no processo. Temos que descobrir o que está errado em nós. O universo é perfeito, é divino, se algo vai mal o problema não está fora, mas dentro de nós. Para inicio de conversa podemos melhorar a nós mesmos, procurando sermos mais tolerantes, expandindo nossa consciência, nos tornarmos mais comunicativos, mais abertos, mais amorosos e principalmente aprendermos a ver os dois lados das questões. Podemos tentar eliminar os sentimentos de amargura, ciúmes, ódio e inveja, que tanto prejudicam nosso relacionamento com nossos semelhantes, e que diretamente nos trazem infelicidade e doenças. Podemos aprender a procurar fazer sempre aquilo que gostamos, sem entrar em conflito com nossos semelhantes. Aprender a fazer o que desejamos na hora certa e da maneira apropriada sem grande esforço ou aflição, é um caminho certo para termos prazer e alegria em nossas atividades cotidianas. Neste sentido as crianças têm muito a nos ensinar, quando fazem as coisas sem inibições e restrições , preocupações ou timidez. Devemos procurar como meta em nosso planejamento diário evitar fazer coisas de que não gostamos e deixando de fazer aquelas obrigações apenas porque nos trazem lucro e dinheiro. É muito bom ganhar dinheiro, mas fazendo aquilo que realmente temos prazer, vontade e inclinação para tal. Afinal, o que é a prostituição, ou a escravidão, se não oferecer algo contra nossa vontade em troca de algo material. Um trabalho realmente será executado com perfeição podendo até chegar a ser uma obra de arte, se for feito com prazer e como uma expressão de nosso interior, mas jamais como uma obrigação para se ganhar apenas dinheiro.
Em todas as empresas existem serviços que se adaptam mais a nossa personalidade e nossa forma de ser. Temos que procurar adaptar o trabalho a nossa tendência natural e não o contrário. Querer fazer com que uma pessoa que ame números, e que goste de falar pouco se torne um vendedor ou um demonstrador de produtos, simplesmente porque o salário é mais alto, é condená-lo ao fracasso, ou se ele for muito inteligente e conseguir êxito, virá à infelicidade, a insatisfação e a doença. Temos que buscar o equilíbrio em tudo o que fazemos, e é por isto que devemos deixar a vida seguir seu curso sem tentar forçar nada que contrarie esta tendência. Isto não significa que devemos nos acomodar e não fazer nada, pelo contrário, temos que estar sempre alertas, com a consciência elevada para aproveitar as oportunidades onde podemos atuar. E uma vez percebida a oportunidade e a identificado o local onde devemos colaborar com o fluxo natural, nos dedicarmos com todo o empenho nesta tarefa onde certamente teremos grande êxito, pois estaremos remando a favor da "maré da vida", e ficando felizes e contentes.
A paz e a alegria começam no interior de cada um. Está lá dentro como uma sementinha esperando para germinar, crescer e fluir, necessita apenas das boas condições para poder crescer, e estas não são executando uma tarefa, ou vivendo em um ambiente que não nos é adequado. O universo com suas leis universais espera que cada um de nós cumpra com sua função nesta terra que a nós por ele foi destinada, e não que egoisticamente, procuremos interesses e atividades fundamentadas no individualismo, na ganância, e no sacrifício da alma e de nossas inclinações apenas pelo interesse material. Quando seguimos o universo, com absoluta fé e confiança tudo acontecerá perfeitamente.
Devemos ter em mente, que se as coisas não derem certas, é porque chegou a hora da mudança, como acontece nas estações do ano, e devemos assim meditar e visualizar calmamente o que é necessário mudar, e fazê-lo de foram rápida, sem resistir, confiando que a mudança será para melhor. A prática do Budo Tai Jutsu ensina fundamentalmente o ser humano a um encontro consigo mesmo com sua missão, e neste sentido é uma verdadeira filosofia de vida, para levar o homem a cumprir seu destino... E o que devemos fazer para compreendermos nosso destino? Fácil! – “Wakaranai Keiko”.   

Shihan Fabricio Vegini

domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse





Precisam de autópsia para saber a causa da morte de Amy Winehouse? Incrível! O mundo abraçou a hipocrisia e esta NÃO merece aplausos. Como a imprensa brasileira tem coragem para dar créditos a uma "pessoa" como esta? Wow, esqueci: O povo ovaciona saber... Infelizmente, estamos vivendo uma barbárie intelectual...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O mundo do EGO



Existe um lugar onde o 
egoísmo, a disputa e a falta de caráter dominam o ser-humano. 
Pois bem, este lugar chama-se: O mundo das lutas e artes marciais, ou, o mundo do Ego.  Olhe a sua volta... seu professor trilha o caminho da ausência de vaidade, retidão do caráter e disciplina interior, ou, da mais valor `a graduação que possui,  ao $ que você paga pelos cursos? 
Como perceber isto? Olhe para dentro de você e veja no que você está se tornando e se tornou desde o início de sua prática... Uma dica: Lembrem-se que as artes marciais são as artes do conflito permanente e o verdadeiro professor lhe mostrará a senda que deverá seguir para controlar ou quem sabe, extinguir este conflito.

Docência em Lutas e Artes Marciais para crianças





Conforme artigo http://www.efdeportes.com/efd143/artes-marciais-para-criancas.htm de Adriana Carolina Cunha Rezende, Aroldo Luis Ibiapino Cantanhede e Eduardo Nascimento, o desenvolvimento das Lutas e Artes Marciais para crianças, devem privar a necessidade de embasamento acadêmico.



Cito: 


" [...] Enfoque de importância sem precedentes é de que o “sensei” que quer ministrar aulas de artes marciais (e lutas) para crianças deve ter sempre em mente a docência de maneira científica. Para que isso aconteça nada mais acertado do que a formação em Educação Física, afinal as artes marciais (e lutas) fazem parte da cultura corporal do movimento e com o advento da Lei 9696/98 elas deveriam ser ensinadas por Profissional possuidor de Diploma nessa área do conhecimento, ou seja, o Profissional de Educação Física. Tal atitude culminaria na exclusão de indivíduos que não possuem bases sócio-científicas necessárias à docência das artes marciais (e lutas).
Muito embora, o meio acadêmico tenha demorado ou falhado em relação à contextualização das artes marciais (e lutas) e em tê-las dentro da Universidade, não se pode negar de forma alguma que a formação acadêmica é de vital importância para o ensino.
Argumenta-se que muitos profissionais de artes marciais (e lutas) com anos de ensino foram deixados à margem da Lei que regulamentou a profissão de Educação Física e ainda que, as Universidades não possuem professores aptos ao ensino de artes marciais (e lutas). Entretanto a própria lei que regulamentou a Educação Física continuou a dar espaço àqueles que outrora trabalhavam na área e podiam comprovar tal situação .
No entanto a formação superior em Educação Física está acima de critérios apenas técnicos, chegando ao limiar da questão ética, sociológica, pedagógica, biológica, entre outros pressupostos temáticos. [...]".


O que desejo enfatizar com este exposto é a real função do professor, "sensei", que vai além do ensino técnico. Muitos pensam que ao ensinar as crianças a golpear, derrubar, bater, torcer, etc., estão fazendo um grande favor as mesmas. Não estão! Lembrem-se: As artes marciais e lutas, nunca foram desenvolvidas para crianças. As aulas deverão ser adaptadas, 
onde o tema 
central deverá ser o conhecimento de si próprio pois, ao praticar um sistema de luta ou arte marcial, a criança deverá ter a oportunidade de desenvolver suas habilidades de inteligência, força de vontade e caráter. Além de tudo, não esqueçamos de adaptar as aulas ao desenvolvimento físico e psicológico, tornando isto uma regra imediata.
Cláudio Ledwab e Roxanne Standefer enfatizam que: "
mediante o cultivo de uma atitude positiva de humildade, sinceridade, consciência e disciplina, os praticantes de lutas e artes marciais adquirem grande capacidade de concentração mental e física, e aprendem a mais importante de todas as lições: o respeito – pelos mestres, por si mesmos e por todas as pessoas". 


Agora, caso você não possua a capacidade para de desenvolver estas competências e outras, AFASTE-SE das crianças! Neste âmbito, não há lugar para achismos... ou você sabe ou não sabe!!! 











quinta-feira, 7 de julho de 2011

Soldado!

"...É graças aos soldados, e não aos sacerdotes, que podemos ter a religião que desejamos. É graças aos soldados, e não aos jornalistas, que temos liberdade de imprensa. É graças aos soldados, e não aos poetas, que podemos falar em público.   É graças aos soldados, e não aos professores, que existe liberdade de ensino. É graças aos soldados, e não aos advogados, que existe o direito a um julgamento justo. É graças aos soldados, e não aos políticos, que podemos votar..."  


 BARACK OBAMA no MEMORIAL DAY  (Dia do Veterano) há alguns dias. Dedicado àqueles que perguntam “Para que servem os militares?”