segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O fim do tráfico !

Desejam acabar com o tráfico? 

Então, acabem antes com os usuários !



Fórmula:


TRÁFICO - USUÁRIOS = TRAFICANTES FALIDOS! 



Mas, isto continuará sendo utopia, pois temos políticos complacentes tendo o tráfico como um dos seus maiores apoiadores durantes as eleições!


Hummmm!!!!

Mais uma vez . . .

Repito :


DROGAS

Para quem AINDA não sabe:

"Drogas são substâncias químicas, sintéticas ou até naturais, que provocam alterações psíquicas e físicas a quem as consome e levam à dependência física e psicológica. Seu uso sistemático traz sérias conseqüências físicas, psicológicas e sociais, podendo levar à morte em casos extremos, em geral por problemas circulatórios ou respiratórios. É o que se chama overdose. Calcula-se que 13% dos jovens brasileiros entre 16 e 18 anos consomem maconha. Nos últimos anos, cresceu o uso de crack e drogas sintéticas, como o ecstasy. Os consumidores de cocaína são os que mais procuram tratamento para se livrar da dependência, o qual é feito por meio de psicoterapias que promovem a abstinência às drogas e do uso de antidepressivos em 60% dos casos. Atualmente, cerca de 5% dos brasileiros são dependentes químicos de alguma droga. O uso de drogas é crime previsto no Código Penal Brasileiro".

Mas, usuário tem direito?
Sim, com certeza. Ele tem o mesmo direito do pedófilo, do estuprador, daquele que rouba etc...
Ou seja: o único direito é não ter DIREITO ALGUM !
Radical?

Não . . .

R A C I O N A L !!!
Fabricio Vegini

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Estudantes e Redes Sociais !

Em conversa com vários Professores de vários cursos de graduação, descobrimos a fórmula da ANTA ACADÊMICA :

ALUNOS EM SALA + PROFESSORES EXPLICANDO A MATÉRIA ÷ USO DAS REDES SOCIAIS ABUSIVAMENTE = ANTA ACADÊMICA

Vamos lançar uma nova campanha: COMPUTADORES NA SALA, SÓ NA DE CASA!!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Lula e o SUS

Por que Lula deve utilizar o SUS?

A questão não é o Lula, FHC, Serra, ou outro qualquer. A questão é que um "comandante" tem que ser o primeiro a aderir a batalha. Vejam Duque de Caxias na guerra do Paraguai: “Sigam-me os que forem brasileiros”, ele tomou a frente! E o Lula que diz andar de mãos dadas com o povo, que luta pelo social? Falar em social comendo caviar e tomando whisky 12 anos é fácil! Então, chegou a hora do Sr. Ex. Presidente Lula mostrar que realmente é do povo! Ou ele não confia no SUS? E os outros? Com certeza, farinhas do mesmo saco. Obviamente, não estou comparando em questão os sistemas, e sim as atitudes! Vejam o exemplo da Heloísa Helena, ela utiliza o SUS. Por favor, "esvaziem o copo"! O exemplo vem de cima . . . Vivemos uma grande ilusão no Brasil, e, o antídoto para a ilusão existe, mas muitos nunca tiveram a coragem de procurar e outros afundam-se ainda mais na propaganda absurda criada para nos manipular a psique e manter-nos na ignorância. C'est La Vie!!! O que observo é que quando um líder não atua com honestidade, utiliza-se de outras estratégias para direcionar a massa "não pensante". Infelizmente nossos "líderes" independente de legenda política, agem dessa forma. Não há diferenças ideológicas quando estão no poder e sim diferença de valores ( $ ) ! . . .

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Defina o Ser-Humano :




Defino o mesmo citando Platão: "Seres ilusoriamente acorrentados a falsas crenças, preconceitos, ideias enganosas e, por isso tudo, inertes em suas poucas possibilidades".

Ou seja:

Infelizmente, muitos de nós estamos presos e enraizados a conceitos ditos corretos, onde, quando é nos dado a possibilidade de mundança, fazemos questão de afastá-la para bem longe de nós . . .

Acredite nas mudanças, não enxergue somente o que "muitos" dizem, mas sim o que poucos procuram compreender !!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Meu filho, você não merece nada!

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada

Excelente artigo, de Eliane Brum, que faço questão de compartilhar com vocês!

 ELIANE BRUM



Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).



Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais? Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país. Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão. Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando. O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa. Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Contra quem lutar e contra o quê?

Contra quem? De inicio contra nós mesmos. Contra o quê? De inicio contra a obtusidade intelectual do povo, contra a ganância do povo, contra o egoísmo do povo e principalmente contra a corrupção do povo . . . A corrupção na política é somente uma amostra de como grande parte do povo conduz sua vida.

domingo, 16 de outubro de 2011

Deputados contra professores em SC !



DEPUTADOS ESTADUAIS QUE VOTARAM CONTRA OS PROFESSORES, ALUNOS E A EDUCAÇÃO EM SC : OBS o Sim é contra os professores.



Aldo Schneider (PMDB) Sim
Altair Guidi (PPS) Abstenção
Ana Paula Lima (PT) Não
Angela Albino (PCdoB) Não
Antônio Aguiar (PMDB) Sim
Carlos Chiodini (PMDB) Sim
Ciro Roza (PSD) Sim
Dado Cherem (PSDB) Sim
Darci de Matos (PSD) Sim
Dirce Heiderscheidt (PDDB) Ausente
Dirceu Dresch (PT) Não
Dóia Guglielmi (PSDB) Sim
Edison Andrino (PMDB) Sim
Elizeu Mattos (PMDB) Sim
Gelson Merisio (DEM/PSD)Sim
Gilmar Knaesel (PSDB) Sim
Ismael dos Santos (DEM/PSD) Ausente
Jailson Lima (PT) Não
Jean Kuhlmann (DEM/PSD) Sim
Joares Ponticelli (PP) Sim
Jorge Teixeira (DEM/PSD) Sim
José Milton Scheffer (PP) Sim
José Nei Ascari (DEM/PSD) Sim
Kennedy Nunes (PP/PSD) Sim
Luciane Carminatti (PT) Não
Manoel Mota (PMDB) Sim
Marcos Vieira (PSDB) Sim
Mauricio Eskudlark (PSDB/PSD) Sim
Mauro de Nadal (PMDB) Sim
Moacir Sopelsa (PMDB) Sim
Narcizo Parisotto (PTB) Sim
Neodi Saretta (PT) Não
Nilson Gonçalves (PSDB) Sim
Padre Pedro Baldissera (PT) Não
Reno Caramori (PP) Sim
Romildo Titon (PMDB) Sim
Sargento Amauri Soares (PDT) Não
Silvio Dreveck (PP) Sim
Valmir Comin (PP) Sim
Volnei Morastoni (PT) Ausente

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Prática!


Toshitsugo Takamatsu com o atual Soke Hatsumi Masaaki


Muitos perguntam: qual o melhor momento para praticar? Permita-me responder através de um pequeno texto de Toshitshugo Takamatsu, um dos maiores gênios que tivemos, no desenvolvimento das Antigas Artes Marciais:


"Você deve praticar  a qualquer momento, em qualquer condição. Lembro-me do Dojo de meu avô,  que era iluminado por velas, onde você tinha que adaptar e usar todos os seus sentidos, principalmente para saber quem havia entrado e se estes eram amigos ou não. Muitas vezes, no inverno, nos estávamos preparados para a prática no interior do Dojomas  meu avó nos levava para fora. Caso não tivéssemos em mãos nossas roupas de inverno, morreríamos de frio. Então, tínhamos de estar preparados, tínhamos de saber antecipadamente o que poderia acontecer. Isto também ensina bravura e coragem! Use todos os seus sentidos, o tempo todo! Você deve praticar como se estivesse sentindo o fogo, porque é assim que a espada é feita. Se você suar, o resultado vai ser igualmente ao efeito de resfriamento no processo de forjamento. Você deve manter sua visão ampla, mesmo depois de praticar e desenvolver uma habilidade por um longo tempo. Se você não conseguir ver mais nada, então sua visão esta se fechando. Quando você praticar e achar que não está aprendendo, aguarde 10 anos e isso vai mudar."- Toshitsugu Takamatsu

Mente confusa?

‎"Quando sua mente estiver confusa e as coisas se misturarem, volte sempre ao básico !" - Hatsumi Masaaki.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Políticos!








A palavra de ordem dos políticos: T. E. MO. S.


É um investimentos em quatro grandes áreas: TRANSPORTE - investem em grandes carros; EDUCAÇÃO - colocam seus filhos em maravilhosas escolas; MORADIA - compram grandes mansões, sítios e aptos; SEGURANÇA - contratam excelentes seguranças! E você, como está?

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Coragem!


Incrível o que muitas pessoas fazem quando encontram-se protegidas no âmago de sua covardia. Isso mesmo! De acordo com várias fontes, covardia é oposto a coragem ou bravura, medo, timidez. Também podemos definir covardia como falta de confiança em si próprio, é atacar sabendo que o outro não poderá defender-se. É um covarde! Para o site origem da palavra, a palavra covarde vem do Latim, coda, "cauda", onde no Francês havia a palavra couard, "de cauda abaixada". Imaginem um cão medroso com o rabo entre as pernas. Sim, igualmente um cão medroso, há muitas pessoas que escrevem ou postam suas opiniões onde não possuem o mínimo de coragem para assumir o que foi escrito! Escondem-se em suas covas, seus buracos, chamados PC. Quantos textos, post, etc., vocês já receberam com autoria anônima ou um pseudo autor? Estão com medo de algo? Vivemos em um ditadura? Creio que ainda não... O meio virtual tornou-se a "língua" dos covardes... Pessoas fracas de caráter, onde no centro de seus desejos encontram uma fraqueza ainda maior e antagônica a coragem que pretendiam possuir. E, falando em coragem, conforme André Coelho, o termo "coragem" descende do francês medieval courage, que desejava dizer grandeza de coração coer, no sentido de grandeza de espírito [...]. Grandeza de espírito? Duvido que estes pseudo autores entendam disso... infelizmente muitos destes que lerem esse pequeno texto,  não entenderão, afinal, tem que ter coragem para entender! E lembrem-se: O covarde só age, quando sente-se seguro... 

domingo, 28 de agosto de 2011

UFC Rio

UFC Rio... Retrocedemos à antiga Roma. Fecha-se o ciclo da barbárie e do pão e circo na cidade "maravilhosa"!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Kamikaze 神風

"Eis-me finalmente incorporado às Unidades Especiais. Os 30 dias que restam vão ser minha verdadeira vida. Chegou a hora. O treinamento para a morte me espera: um aprendizado intenso para morrer com beleza. Parto para o combate contemplando a imagem trágica da pátria. Sou um homem entre outros. Nem bom nem mau. Nem sou superior nem sou um imbecil. Sou decididamente um homem."

(22 de fevereiro de 1945, é a última mensagem do piloto japonês Okabe Hirabazau para sua família. Dias depois ele morreria, aos 24 anos, em um ataque aéreo suicida às Filipinas realizado pela Marinha do Japão.)

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Soji 掃除


O que é a graduação na arte? A graduação é um estímulo para o praticante por sua dedicação e disciplina. Simboliza o seu crescimento não apenas técnico ou prático mais sobretudo um crescimento interior. Assim, a faixa será sempre uma conquista por todo o seu estudo e dedicação. É importante que o estudante saiba que o conhecimento na arte é algo que jamair terminará e não importa a sua graduação ele sempre terá muito que aprender. Quanto mais graduados mais nossa visão se aprofundará do quanto temos que aprender. Este pensamento deve estar em nosso coração para que a arrogância não tome conta de nós e nos empeça de evoluirmos como verdadeiros estudantes de antigas tradições. Lembrem-se que as graduações, especialmente a faixa preta, representa o começo, o inicio de uma jornada sem fim... de disciplina, trabalho e a busca por um padrão cada vez mais alto, como praticante e como Ser Humano... Cuidado: para muitos estudantes foi e será o início do FIM.

Mediante este ensejo referente as graduações, onde os estudantes graduados e instrutores devem ser exemplos, eu gostaria de aproveitar a oportunidade e falar sobre soji ( 掃除 ).
Soji  é um cerimonial de limpeza realizado no final da última aula do dia onde TODOS os alunos participam. Normalmente, faz-se também um grande soji ao final de cada ano. O objetivo deste cerimonial não é somente a limpeza do dojo, mas sim envolve uma limpeza interna do praticante (...alguns não conseguem. Ficam "sujos" por muito tempo...). Através do ritual de limpeza, o praticante começa a entender a importante relação que ele tem com o grupo e com o seu local de treinamento. Imbuído desta compreenção, todos realizam o cerimonial com muita disposição e alegria, pois no final de cada seção, ou no soji de final de ano, o dojo estará pronto para a próxima aula e a mente e o espirito estarão mais fortes para a caminhada do lado de fora do dojo.

"A LIMPEZA É UMA ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, É DEVER DE TODOS EXECUTAR A LIMPEZA FÍSICA E DE CORAÇÃO. SOMENTE QUEM PROCURA A VERDADEIRA ESSENCIA, ENTENDERÁ O REAL SIGNIFICADO DA LIMPEZA".


e a preguiça???


* Preguiça:  De acordo com vários dicionários é a inatividade de uma pessoa, aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Também é um tipo de procrastinação (adiamento de uma ação para depois). Para a psicologia, um preguiçoso é uma pessoa sem resistência moral e psicológica para os desafios impostos pela vida. Quem busca justificativas sempre externas para a sua falta de ação naqueles momentos decisivos que lhe surgem, mesmo em pequenas coisas. Ao compreender-se incapacitado - pela própria preguiça - de conseguir aquilo que deseja, pode ocorrer ao preguiçoso o sentimento de inveja, culpando os outros pela sua própria inércia, mesmo sendo ele aquele que foge das oportunidades de aprendizado apresentadas pela vida.


Então... 
mantenham a prática, e a limpeza!


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Obstáculos!

"As pessoas criam todos os seus obstáculos. É realmente algo tolo o que fazem. Criamos nossos próprios obstáculos e perdemos nosso próprio caminho em busca da verdade. Tudo o que é necessário fazer quando se enfrenta um obstáculo é apenas continuar caminhando, prestando atenção. Apenas continue indo, continue andando, e os obstáculos desaparecem. No meu caso, quando eu pareço estar com problemas, por pior que sejam,  e não sei o que fazer, eu continuo andando... então, continuemos andando, hoje e sempre." 

Dr. Masaaki Hatsumi

sábado, 30 de julho de 2011

Artigo: Luis Fernando Manassi Mendez

Jornalismo Esportivo Futebol Clube

Por Luis Fernando Manassi Mendez em 27/06/2011 na edição 648
Qual é a sensação futebolística atual do Brasil? Muitos dirão não só uma, mas várias respostas. Agora, uma pergunta: qual foi o primeiro brasileiro a receber o título de mestre na arte marcial do ninjutsu? Complicada, a pergunta? Também, sem resposta, ficam muitos atletas na situação desmerecedora vivida pelos esportes “secundários” no Brasil. O futebol predomina, no Brasil, tornando-o supremo midiaticamente.
A imprensa brasileira superdimensiona tal esporte, tornando, os demais, desconhecidos. Há especializações de jornalistas esportivos nas áreas futebolísticas, com cursos para esses profissionais fazerem comentários de arbitragem. Não vi, todavia, cursos para comentaristas de voleibol, atletismo e judô. Por que será? O futebol simboliza o jornalismo esportivo. Os jornalistas monopolizaram, de vez, o que é esporte, através do gênero futebolístico. Alguns periódicos detêm, em colunas, artigos com espaços exclusivos ao futebol. Para entusiastas de outros esportes, restam as revistas especializadas, mas, muitas vezes, inacessíveis ao grande público.
As coberturas feitas pela imprensa brasileira em finais da Copa Libertadores e da Copa do Mundo diferem de um Grand Slam. É mais fácil saber o significado dos dois primeiros eventos do que a do último. Há um valioso espaço dedicado ao futebol. Coberturas, reportagens, enfim, tudo o que grandes eventos futebolísticos, de repercussão tamanha, possam causar, deixando de lado outros esportes. Contudo, há a hegemonia do vôlei brasileiro. A Era Bernardinho é a mais vitoriosa de todos os tempos na modalidade, com 23 títulos conquistados, desde 2001. Nunca a seleção masculina de vôlei foi vaiada. Ao contrário, o torcedor, nos jogos realizados em ginásios, canta sempre o refrão “Ah, eu sou brasileiro e com muito orgulho”.
Dar credibilidade
Contudo, o jornalismo esportivo brasileiro vem desmerecendo destaques no meio esportivo. José Teles de Souza foi o único brasileiro a completar a maratona de Pequim. Mas quem é José Teles de Souza? Seu nome soa como desconhecido na imprensa. No entanto, é possível saber a biografia completa de um jogador de futebol. A mídia “futebolística” obriga o público a aderir, em forma demasiada, ao futebol.
A imprensa destaca a grande maioria de sua programação esportiva ao gênero futebolístico. Notícias relacionadas aos demais esportes rendem, no máximo, notas insignificantes. É desproporcional a atenção devida do jornalismo – vamos nos limitar ao brasileiro – ao futebol em relação ao tênis, por exemplo. Jornalistas esportivos se especializam, muitas vezes, para relatarem notícias sobre futebol e fazem, inclusive, cursos de arbitragem.
É complicado arranjar um jornalismo esportivo, de fato, embasado em outros esportes. Entretanto, não podemos culpar, exclusivamente, os jornalistas esportivos. Eles são apenas uma parte de um todo. O que sustenta esta realidade é o comércio. Dar enfoque demasiadamente ao futebol, deixando de lado nome como Fabrício Vegini, promovido ao nível de shihan (mestre), desmerece o empenho deste atleta, o primeiro brasileiro a ganhar, na história da modalidade, título de mestre. Destaques a assuntos do momento que geram interesse público tornam uma visão dupla: será que, de fato, a imprensa noticia aquilo que o público mais gosta ou obriga o espectador a gostar de tal atração?
Ao dar credibilidade a outros esportes, o jornalismo esportivo irá aumentar a popularização de outras modalidades. Incentivos e patrocínios poderão levar ao topo modalidades e atletas aparentemente desconhecidos e mudar o futuro de muita gente.
***
[Luis Fernando Manassi Mendez é jornalista, Quaraí, RS]

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Graduaçôes!

Uma pergunta clássica:

O que penso referente as graduações?

Resposta rápida, simples e sincera:

Eu penso que as diversas cores ou símbolos que permeiam as graduações deveriam servir como uma autoavaliação a medida que o praticante evolui. As graduações devem simbolizar as etapas da aprendizagem, pois cada ciclo possui uma energia e vibração diferenciada, assim como a sua forma de atuar como Artista Marcial na sociedade. A cada passo dado, seu caráter evolui juntamente. Mas, infelizmente, o que vemos é arrogancia, estupidez, egoísmo e deboche, para com outros e consigo mesmo. A razão disso ocorrer da-se no  resplandecer, no brilho que as diversas cores e símbolos podem vir a oferecer e com isso confundir e afetar diretamente o centro das emoções do praticante. Detalhe: Na maioria dos casos isso SEMPRE ocorre! O que fazer então? abra os olhos e procure um bom professor, não uma faixa ou símbolo...

terça-feira, 26 de julho de 2011

SHINDEN GOKUI - 神伝 極意




神伝  極意
SHINDEN GOKUI
 “As técnicas secretas transmitidas por Deus”

“Como parte do processo de aprendizagem das técnicas secretas, há um “ritual” que requer o uso adquirido dos seis sentidos para entrar no Portal do Vazio (a mente serena, calma). Um estudante está sentado, meditando, ao centro de uma casa cujas 04 portas foram deixadas abertas. Ele está vestido de branco, vestimenta do ritual. Seu instrutor aproxima-se silenciosamente e se situa em Otanashi No kamae (a posição silenciosa) e em Ukibune No I (a posição do barco flutuante), para tentar golpear o estudante com uma espada. Caso o estudante evite com êxito o ataque, considera-se que tenha dominado com maestria as técnicas do mais alto nível. Mas, caso seja cortado, morreria com toda certeza. Isto é, como o oleiro que quebra suas obras imediatamente depois de tê-las tirado do forno. Para isto, requer muito tempo e habilidade para chegar a obter a perfeição.”
Soke Hatsumi Masaaki

A prova para o 05º Dan, se realiza da seguinte maneira: O estudante senta-se ao solo com os olhos fechados. Hatsumi Sensei permanece atrás, de pé, segurando a espada com as mãos. Ele golpeia o estudante com a espada, usando toda sua vontade e intenção para matá-lo, se o estudante esquiva-se do ataque com êxito é outorgado a ele o nível de 05º Dan (Go Dan) e o título de Shidoshi. Aqui é onde se inicia o primeiro passo do Bufû (Ventos Marciais). Nas palavras de Soke: “Esta prova não é feita somente para verificar a perícia de se esquivar de ataques por trás, mas também para reconhecer que ninguém pode viver sua vida sem saber que existe algo “atrás”. É igualmente quando alguém que confiamos nos trai, é uma experiência que seguramente vocês conhecem. Inclusive nestes casos, a força que se recebe quando se passa pela prova de Go Dan, poderá ajudar vocês a “esquivar-se” destas traições, ou melhor, dissipar a força destes ataques, para manter o bem. Caso você aprenda somente técnicas e ações simples, estes exercícios não passaram de movimentos acrobáticos.
Caso sua mentalidade se mantiver neste nível baixo, eventualmente você se privará da verdade da vida e destruirá o propósito da mesma; como um câncer que destrói o crescimento humano. Assim, esta prova real com espada Juji Giri Munei no Itto (Corte em cruz na obscuridade), é como um bisturi que corta o câncer. Corta a mentalidade imatura e identifica aqueles que não se pode ensinar mais por ocasião de ausência de mentalidade avançada. Quando se ensina muitos alunos, deve-se possuir este sentido de seleção. Quando alguém passa pela prova de Go Dan, seus métodos de treinamento mudam de forma natural a Mienai Keiko (Treinamento não visível), para passar depois a Wakaranai Keiko (Treinamento incompreensível). Devemos tentar aprender constantemente com uma sensação íntima de desconhecimento, deste modo sua habilidade sempre continuará melhorando. Este é o Bugei (A Arte do guerreiro, da guerra). Myôgi (Técnicas misteriosas), sabedorias que não podem ser descritas nem copiadas por fotografias, filmes, livros, anotações ou palavras. Isto é uma verdade sobre o Bugei, pode tentar fotografar, escrever, inclusive estudar muitos anos sobre as técnicas, mas nada disso lhes ajudará. O único caminho para aprender é converter-se em um aprendiz e seguir as instruções que recebe com detalhe.”
Resolvi exclamar sobre o artigo de Shinden Gokui, pois hoje veio a minha mente o dia em que fui aprovado no Go Dan Test, há alguns anos atrás em Tóquio - Japão, e por este artigo ter uma frase curiosa: “As técnicas secretas transmitidas por Deus.” Por Deus? Você entenderia melhor se a frase fosse mudada para: “As técnicas secretas aceitadas por nós?” Devemos matar o nosso Deus, independentemente de nossa religião, pois somente assim o encontraremos dentro de nós. Quanto mais artigos escrevo, mais percebo a dificuldade de aceitação dos alunos nas praticas reais, nas praticas do sentimento. Sentimento para o fundamentalismo material seria: O sentimento humano ou emoção humana é um conjunto de estados que um ser humano pode assumir, expressando de forma física e psicológica. Esses estados podem ser, por exemplo: alegria, raiva, medo etc. Uma pessoa pode expressar medo, por exemplo, tremendo e dobrando a atenção no que acontece ao seu redor, etc. O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. Mas, o sentimento que estou tentando expressar é algo muito mais profundo, além do entendimento superficial. Quando falo de sentimento, falo sobre coração... É fácil falar mal da situação econômica, do governo, das pessoas que nos contrariam culpando a todos menos a nós mesmos. É cômodo dizer: "Porque é que eles não fazem algo a respeito?" Mas será que uma pergunta muito melhor não seria fazer: "O que é que eu posso fazer para mudar esta situação?"
Cometemos muitas vezes o erro em ficarmos sentados diante de nosso fracasso, ou insatisfação, esperando que os outros façam por nós aquilo que queremos, achando que nada podemos fazer para interferir no processo. Temos que descobrir o que está errado em nós. O universo é perfeito, é divino, se algo vai mal o problema não está fora, mas dentro de nós. Para inicio de conversa podemos melhorar a nós mesmos, procurando sermos mais tolerantes, expandindo nossa consciência, nos tornarmos mais comunicativos, mais abertos, mais amorosos e principalmente aprendermos a ver os dois lados das questões. Podemos tentar eliminar os sentimentos de amargura, ciúmes, ódio e inveja, que tanto prejudicam nosso relacionamento com nossos semelhantes, e que diretamente nos trazem infelicidade e doenças. Podemos aprender a procurar fazer sempre aquilo que gostamos, sem entrar em conflito com nossos semelhantes. Aprender a fazer o que desejamos na hora certa e da maneira apropriada sem grande esforço ou aflição, é um caminho certo para termos prazer e alegria em nossas atividades cotidianas. Neste sentido as crianças têm muito a nos ensinar, quando fazem as coisas sem inibições e restrições , preocupações ou timidez. Devemos procurar como meta em nosso planejamento diário evitar fazer coisas de que não gostamos e deixando de fazer aquelas obrigações apenas porque nos trazem lucro e dinheiro. É muito bom ganhar dinheiro, mas fazendo aquilo que realmente temos prazer, vontade e inclinação para tal. Afinal, o que é a prostituição, ou a escravidão, se não oferecer algo contra nossa vontade em troca de algo material. Um trabalho realmente será executado com perfeição podendo até chegar a ser uma obra de arte, se for feito com prazer e como uma expressão de nosso interior, mas jamais como uma obrigação para se ganhar apenas dinheiro.
Em todas as empresas existem serviços que se adaptam mais a nossa personalidade e nossa forma de ser. Temos que procurar adaptar o trabalho a nossa tendência natural e não o contrário. Querer fazer com que uma pessoa que ame números, e que goste de falar pouco se torne um vendedor ou um demonstrador de produtos, simplesmente porque o salário é mais alto, é condená-lo ao fracasso, ou se ele for muito inteligente e conseguir êxito, virá à infelicidade, a insatisfação e a doença. Temos que buscar o equilíbrio em tudo o que fazemos, e é por isto que devemos deixar a vida seguir seu curso sem tentar forçar nada que contrarie esta tendência. Isto não significa que devemos nos acomodar e não fazer nada, pelo contrário, temos que estar sempre alertas, com a consciência elevada para aproveitar as oportunidades onde podemos atuar. E uma vez percebida a oportunidade e a identificado o local onde devemos colaborar com o fluxo natural, nos dedicarmos com todo o empenho nesta tarefa onde certamente teremos grande êxito, pois estaremos remando a favor da "maré da vida", e ficando felizes e contentes.
A paz e a alegria começam no interior de cada um. Está lá dentro como uma sementinha esperando para germinar, crescer e fluir, necessita apenas das boas condições para poder crescer, e estas não são executando uma tarefa, ou vivendo em um ambiente que não nos é adequado. O universo com suas leis universais espera que cada um de nós cumpra com sua função nesta terra que a nós por ele foi destinada, e não que egoisticamente, procuremos interesses e atividades fundamentadas no individualismo, na ganância, e no sacrifício da alma e de nossas inclinações apenas pelo interesse material. Quando seguimos o universo, com absoluta fé e confiança tudo acontecerá perfeitamente.
Devemos ter em mente, que se as coisas não derem certas, é porque chegou a hora da mudança, como acontece nas estações do ano, e devemos assim meditar e visualizar calmamente o que é necessário mudar, e fazê-lo de foram rápida, sem resistir, confiando que a mudança será para melhor. A prática do Budo Tai Jutsu ensina fundamentalmente o ser humano a um encontro consigo mesmo com sua missão, e neste sentido é uma verdadeira filosofia de vida, para levar o homem a cumprir seu destino... E o que devemos fazer para compreendermos nosso destino? Fácil! – “Wakaranai Keiko”.   

Shihan Fabricio Vegini

domingo, 24 de julho de 2011

Amy Winehouse





Precisam de autópsia para saber a causa da morte de Amy Winehouse? Incrível! O mundo abraçou a hipocrisia e esta NÃO merece aplausos. Como a imprensa brasileira tem coragem para dar créditos a uma "pessoa" como esta? Wow, esqueci: O povo ovaciona saber... Infelizmente, estamos vivendo uma barbárie intelectual...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O mundo do EGO



Existe um lugar onde o 
egoísmo, a disputa e a falta de caráter dominam o ser-humano. 
Pois bem, este lugar chama-se: O mundo das lutas e artes marciais, ou, o mundo do Ego.  Olhe a sua volta... seu professor trilha o caminho da ausência de vaidade, retidão do caráter e disciplina interior, ou, da mais valor `a graduação que possui,  ao $ que você paga pelos cursos? 
Como perceber isto? Olhe para dentro de você e veja no que você está se tornando e se tornou desde o início de sua prática... Uma dica: Lembrem-se que as artes marciais são as artes do conflito permanente e o verdadeiro professor lhe mostrará a senda que deverá seguir para controlar ou quem sabe, extinguir este conflito.

Docência em Lutas e Artes Marciais para crianças





Conforme artigo http://www.efdeportes.com/efd143/artes-marciais-para-criancas.htm de Adriana Carolina Cunha Rezende, Aroldo Luis Ibiapino Cantanhede e Eduardo Nascimento, o desenvolvimento das Lutas e Artes Marciais para crianças, devem privar a necessidade de embasamento acadêmico.



Cito: 


" [...] Enfoque de importância sem precedentes é de que o “sensei” que quer ministrar aulas de artes marciais (e lutas) para crianças deve ter sempre em mente a docência de maneira científica. Para que isso aconteça nada mais acertado do que a formação em Educação Física, afinal as artes marciais (e lutas) fazem parte da cultura corporal do movimento e com o advento da Lei 9696/98 elas deveriam ser ensinadas por Profissional possuidor de Diploma nessa área do conhecimento, ou seja, o Profissional de Educação Física. Tal atitude culminaria na exclusão de indivíduos que não possuem bases sócio-científicas necessárias à docência das artes marciais (e lutas).
Muito embora, o meio acadêmico tenha demorado ou falhado em relação à contextualização das artes marciais (e lutas) e em tê-las dentro da Universidade, não se pode negar de forma alguma que a formação acadêmica é de vital importância para o ensino.
Argumenta-se que muitos profissionais de artes marciais (e lutas) com anos de ensino foram deixados à margem da Lei que regulamentou a profissão de Educação Física e ainda que, as Universidades não possuem professores aptos ao ensino de artes marciais (e lutas). Entretanto a própria lei que regulamentou a Educação Física continuou a dar espaço àqueles que outrora trabalhavam na área e podiam comprovar tal situação .
No entanto a formação superior em Educação Física está acima de critérios apenas técnicos, chegando ao limiar da questão ética, sociológica, pedagógica, biológica, entre outros pressupostos temáticos. [...]".


O que desejo enfatizar com este exposto é a real função do professor, "sensei", que vai além do ensino técnico. Muitos pensam que ao ensinar as crianças a golpear, derrubar, bater, torcer, etc., estão fazendo um grande favor as mesmas. Não estão! Lembrem-se: As artes marciais e lutas, nunca foram desenvolvidas para crianças. As aulas deverão ser adaptadas, 
onde o tema 
central deverá ser o conhecimento de si próprio pois, ao praticar um sistema de luta ou arte marcial, a criança deverá ter a oportunidade de desenvolver suas habilidades de inteligência, força de vontade e caráter. Além de tudo, não esqueçamos de adaptar as aulas ao desenvolvimento físico e psicológico, tornando isto uma regra imediata.
Cláudio Ledwab e Roxanne Standefer enfatizam que: "
mediante o cultivo de uma atitude positiva de humildade, sinceridade, consciência e disciplina, os praticantes de lutas e artes marciais adquirem grande capacidade de concentração mental e física, e aprendem a mais importante de todas as lições: o respeito – pelos mestres, por si mesmos e por todas as pessoas". 


Agora, caso você não possua a capacidade para de desenvolver estas competências e outras, AFASTE-SE das crianças! Neste âmbito, não há lugar para achismos... ou você sabe ou não sabe!!!